Sempre que falávamos do Jalapão, as pessoas não davam muita importância. Quando mostrávamos as fotos do Google, todo mundo queria saber aonde ficava, haha. Apesar de não ser um destino tão popular (ficou bem popular de uns tempos pra cá), o Jalapão foi escolhido como o local de gravação da próxima novela das 21h da Rede Globo. Então, se você quer visitar esse paraíso antes de todo mundo, corre que ainda dá tempo!

Leia o post até final que tem um presente especial para vocês, seguidores.

Pra começar, o Jalapão não é um estado e nem um país. E sim, uma área do Estado do Tocantins com mais de 34 mil km² (maior que o estado de Alagoas e Sergipe) e que engloba 9 municípios, entre eles, Mateiros, Ponte Alta do Tocantins e São Félix do Tocantins. Chamado de Deserto das Águas, o Jalapão combina desde cachoeiras transparentes, rios e fervedouros até dunas, serras e paisagens típicas do cerrado. Algumas frases como Jalapão é bruto, Jalapão sem frescura e Jalapão nunca é igual traduzem um pouco do que é esse lugar.

Nós fechamos o roteiro com a Ourique e foi a melhor escolha que fizemos. Montamos o roteiro juntos e escolhemos o que a gente queria fazer cada dia. Além disso, é sempre bom ir com quem já conhece a região, as estradas do Jalapão são muito mal sinalizadas e como são de terra parecem todas iguais. O pacote deles inclui a entrada para todas as atrações, refeições e hospedagem, além do transfer do aeroporto.

Quando ir?

Para eles existem duas estações: Verão seco e verão chuvoso.

O verão seco vai de Maio a Setembro, nessa época, não chove de jeito nenhum e o céu estará sempre azul. Os dias são quentes e as noites frescas. O nível das cachoeiras e dos rios baixa e, por isso, são possíveis para banho.

A estação chuvosa  vai de Outubro a Abril, nada que possa atrapalhar seu passeio. Espere bastante volume de água em rios e cachoeiras. Os dias são mais frescos e as noites mais quentes.

Fiquem atentos a feriados e férias que costumam ter um número maior de pessoas.

Quantos dias ficar?

Fizemos o roteiro de 4 dias com 5 cachoeiras e 4 fervedouros. É bem cansativo, ao todo foram mais de 1.100 km. Existe também o roteiro de 6 dias com 11 cachoeiras e 9 fervedouros ou separar dois dias para conhecer a Ilha do Bananal, parece ser linda! Já ouvi dizer que dá pra ficar um mês por lá para explorar tudo, eu achei a idéia ótima!

Pra ficar mais organizado, vamos colocando dia a dia com atrações, lugares para comer e a hospedagem.

Nosso roteiro foi de 4 dias inteiros de passeio, mas chegamos na sexta a noite, jantamos e dormimos em Taquaraçu no Hostel da Ourique. Além do conforto, a Fafá (esposa do Manu) fez a gente se sentir parte da família. Voltamos do Jalapão a noite e dormimos novamente no Hostel da Ourique para pegarmos o vôo na quarta de manhã. 

Se tiver um dia a mais, separe para conhecer Taquaraçu, já vi fotos, as cachoeiras são lindas!

Dia 1

Cachoeira do Soninho

De calminha essa cachoeira não tem nada, a força de suas águas e a altura impressiona. Um pouco mais abaixo dessa queda principal forma-se um cânion de 30m de altura com muita água. A paisagem vale muito a pena!

 

Rio Soninho e Ofurô

Ao contrário da cachoeira, o Rio Soninho é calmo e ótimo para banho. Ao longo do rio, existem diversas quedas e poços para banho. Em um desses, parece que você está num ofurô. A sensação é deliciosa.

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Rio Soninho
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Ofurô do Soninho

Pôr do sol na Pedra Furada

Assistimos ao pôr do sol na Pedra Furada, é incrível ver como a ação do vento pode criar paisagens lindas (confesso que bateu uma saudadezinha da Azure Window de Malta). São diversas “Pedras Furadas” e cada uma com uma vista mais linda que a outra.

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Pôr do Sol na Pedra Furada

 

Pousada Águas do Jalapão

Essa pousada é uma graça, super confortável, oferece jantar e café da manhã e possui um ambiente muito agradável. Tem wifi (coisa rara no Jalapão). A noite ainda rolou um violão, o clima do lugar é ótimo!

Dia 2

Cânion, Gruta e Cachoeira do Sussuapara

Por indicação do Manu, acordamos bem cedo e partimos para o Sussuapara para pegarmos o local vazio e foi a melhor coisa que fizemos. O Sussuapara é aquele lugar 3 em 1, tem Cânion, gruta e cachoeira, mas dos 3 o que mais se destaca mesmo é o Cânion com seus paredões de 12m de altura. A água escorre pela vegetação deixando o lugar sempre úmido (e uma paisagem linda)! Como era 7h da manhã, a água estava bem gelada, mas durante a tarde deve ser refrescante.

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O lugar tem esse nome devido à grande presença de veados galheiros, chamados de Suçuapara pelos índios. Atualmente, quase não são vistos na região e apesar de ser o maior da América do Sul, estão ameaçados de extinção. 

Para descer até a cachoeira é preciso fazer uma trilhazinha, nada muito difícil. Se estiver de tênis, prepare-se para se molhar. Se quiser fazer três pedidos, é só pegar uma pedrinha do chão e encaixar em uma das fendas de suas paredes. Claro que fizemos os nossos! 

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Fazenda Pablo Escobar

Atualmente desativada, a fazenda pertencia a Pablo Escobar e foi a principal refinaria de cocaína do conhecido traficante. Após a sua morte, a propriedade foi cedida ao Estado do Tocantins, onde se instalou um hotel que, por falta de público, foi fechado. Hoje, o local é mantido pelo Estado como ponto turístico. 

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Cachoeira da Velha 

A cachoeira da Velha é formada pelas águas do Rio Novo, o maior e um dos únicos rios de água potável do mundo! Sua queda de mais de 15m impressiona e mesmo que não seja própria para banho, devido a força de suas águas, só de chegar pertinho você já se molha.

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Em um ponto mais adiante é possível fazer Rafting, o preço é um pouco salgadinho, em torno de R$150 por pessoa, mas deve ser uma aventura e tanto. 

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Um pouco da história: É chamada assim por causa de uma senhora que vivia próximo a Margem da cachoeira e por isso quando as pessoas combinavam de se encontrar se referiam a cachoeira como cachoeira da Velha. Reza a lenda que o espírito dela continua lá até hoje.

Outra curiosidade é que o filme “Deus é brasileiro” foi gravado lá.

Piquenique

Neste dia, nosso almoço foi um piquenique próximo a Prainha do Rio Novo. Acho que nunca fui a um piquenique com tanta variedade de coisas! O local escolhido pelo nosso guia era super acolhedor e provamos vários sucos de frutas locais e comidas típicas, como paçoca salgada. 

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Prainha

A água que banha o Rio Novo e a Cachoeira da Velha desagua na Prainha, ou seja, sua água também é potável. Tem diferentes níveis de profundidade e em alguns pontos forte correnteza, por isso, o aconselhável é ficar bem na beirinha. Suas águas geladas são ótimas para se refrescar. É o ponto final do passeio de rafting.

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Pôr do sol nas Dunas

Para chegar até as dunas é preciso fazer uma trilha de uns 10 minutos. Quando você encontrar um “oásis” é porque chegou, haha. A verdade é o lugar parece mesmo um deserto. Mas vale completamente a pena. As dunas tem mais de 40m de altura e são formadas pela erosão natural da Serra do Espirito Santo e pela ação do vento. De lá de cima, dá pra ver a paisagem do Cerrado, rios, serras…

Assistir ao pôr-do-Sol de lá é um espetáculo a parte.

Pousada Deserto do Jalapão

Foi o hotel que mais gostamos, sem dúvida. É super novo, limpo, aconchegante e tem tudo o que você precisa (água quente e ar condicionado quente/frio)

O café da manhã é simples, mas tem de tudo um pouco. Você ainda pode pedir tapioca e ovo mexido que eles fazem na hora. Quando fomos nós recebemos tratamento exclusivo, (éramos os únicos hóspedes do hotel) e estava tudo impecável.

Dia 3

Cachoeira da Formiga

Até hoje quando vejo as fotos não me conformo com a cor dessa água. Esse é um daqueles lugares que se colocar filtro na foto, estraga. 

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Foi a cachoeira mais linda que já vi. Apesar da queda não ser muito grande, ela tem diversos poços com diferentes níveis de profundidade e correnteza. Mas o mais incrível é o fato da sua água ser quente. Não dá vontade de sair!

É um lugar imperdível e surpreendente, vale muito a visita!

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Ps1. Cuidado com a correnteza!

Ps2. Cuidado com as abelhas!

Fervedouro Mumbuca

Esse é o fervedouro de maior pressão do Jalapão. Tá, mas o que isso quer dizer?

Um fervedouro nada mais é do que uma piscina natural formada por um lençol freático. Até aí, nada de demais. No entanto, nos fervedouros acontece a ressurgência das águas, um fenômeno parecido com os géisers. A água do lençol freático não consegue passar pela rocha, e por isso, quando encontra uma fresta é jorrada com muita pressão, empurrando o que tá em cima. Quando encontra com a areia, a água fica mais densa e por isso ela não esguicha pra fora (como acontecem nos géisers). 

O fenômeno acontece em algumas áreas do fervedouro, você consegue perceber porque a areia forma círculos. Nessas áreas, você não consegue afundar. Por mais que você force seu pé, seu corpo não afunda. No entorno deste fervedouro, a areia é movediça. A brincadeira é você tentar ficar parada e sentir a pressão da água te empurrando pra cima, te forçando a boiar.

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Este fervedouro permite que você fique sentada, com água na altura do peito. Nas áreas de ressurgência, sua profundidade chega a 6m.

Rio Encontro das Águas do Rio Soninho com o Rio Formiga.

O contraste deste rio é incrível, de um lado o Rio Soninho de cor mais dourada e água gelada. Do outro, o Rio Formiga (o mesmo da Cachoeira) com água quente e azul esverdeada. É ótimo depois de conhecer e brincar no Fervedouro Mumbuca (também chamado de Fervedouro Encontro dos Rios, por estar a menos de 100m do Rio). O por quê? Só indo lá pra saber! ;P

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Rio Novo

 

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Rio Formiga

 

Povoado Mumbuca

O povoado Mumbuca é super conhecido pelo seu artesanato de Capim Dourado. Este capim de cor dourada, que lembra ouro, nasce nas veredas e pode ser colhido apenas de Setembro a Novembro, para evitar a sua extinção. Bolsas, brincos, pulseiras, colares, peças de decoração, entre outros, são exemplos do que é feito com capim dourado.

Neste povoado, tem o Restaurante Capim Dourado e a Pousada da Tonha, comida super caseira deliciosa. Depois de gastar nossa energia em alguns fervedouros, repetimos a comida algumas vezes, com direito a um cochilo na rede depois.

Fervedouro do Ceiça

Este foi o primeiro fervedouro descoberto no Jalapão e apesar de ter um poço razoável, apenas 6 pessoas podem entrar por vez e ficar por 20 min. Se não tiver ninguém na fila, eles até permitem que você fique um pouco mais. É lindo, rodeado de bananeiras, e tem uma pressão boa (não é tão forte como o Mumbuca, mas a experiência é quase a mesma). Tem 4m de profundidade.

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Fervedouro Buritizinho

O mais lindo sem dúvidas! Ele é bem pequeno e no local onde ocorre o fenômeno da ressurgência não dá pé, além disso, sua pressão não é tão forte.

Mesmo assim, foi o que mais gostamos, suas águas são quentes, super transparentes e tem esse tom azul-cor-de-piscina-maravilhoso.

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Fervedouro Bela Vista 

Tínhamos agendado a visita desse fervedouro para o dia seguinte (vi umas fotos, ele é lindo!), mas o Manu, nosso guia, perguntou se não gostaríamos de ter uma experiência em Fervedouros a noite. Hesitei um pouco, mas a Gi amou a idéia e então resolvemos ir naquele dia mesmo.

Era 19h quando chegamos, a água do fervedouro estava quente ainda. Ele é enorme, tem luz e tem uma pressão boa. Em um determinado momento, o Manu perguntou se queríamos que ele apagasse a luz. Eu nunca tinha visto um céu tão cheio de estrelas na vida, foi a coisa mais linda que eu já vi.

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Apesar de ser lindo durante o dia, essa experiência e esse céu fazem a visita a noite valer a pena.

Informação que descobrimos depois: 70m de Profundidade nas áreas de ressurgência. De resto, a água fica na cintura e a areia não é movediça.

Restaurante Cerrado

Comida caseira deliciosa e atendimento impecável. Escolhemos antes o que queríamos comer (com direito a batata frita) e quando chegamos já estava tudo pronto!

Dia 4

Hotel Jalapão Eco Lodge

Na noite do terceiro para o quarto dia, dormimos no Jalapão Ecolodge. O conceito deste hotel é ser um lugar simples, ecológico e em meio a natureza. Os quartos são chamados de buritibanas, porque foram construidos com Buritis. Lembram uma oca, fechadas apenas por uma cortina. Mas são super confortáveis. 

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Ao todo são 4 buritibanas + 1 bangalô (chique demais). O preço em alta temporada é R$ 120 por pessoa, na baixa cai para R$ 100 por pessoa. Já o Bangalô em baixa temporada é R$ 320 e na alta, R$ 440, lembrando que é considerado alta temporada os meses de julho, dezembro e feriados nacionais. 

O hotel é abastecido com energia solar, consequentemente, ela “acaba” às 2h da manhã, não tem sinal de celular e muito menos internet, mas você nem vai sentir falta. A estrada que leva até o hotel foi a primeira estrada carbono zero do Tocantins, isso significa que todo o carbono liberado de caminhões e tratores, durante sua abertura, foi compensado com o plantio de árvores.

Minha opinião: Eu esperava uma coisa muito mais roots, mas o hotel é super confortável, limpíssimo e maravilhoso (não que eu tenha achado ruim, de jeito nenhum). Além disso, conhecemos o Guilherme, a Val e sua família que prepararam um café da manhã e um almoço incrível, com as verduras colhidas na hora. 

Nascer do sol no Morro da Catedral

Acordamos 4:30 da manhã pra ver o nascer do sol. Para subir o Morro da Catedral, é preciso subir 365 degraus, dá pra fazer em uns 30 minutos em ritmo moderado. A vista lá de cima é incrível. 

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Rio Eco Lodge

Na parte da manhã fomos conhecer os outros lugares do Eco Lodge. O local é usado para trilhas de bike (são três opções: 2,5km bem radical, 8km em mata ciliar e 11km meio termo). Ao todo são 700 m de trilha, até o Rio… Lá a brincadeira é deixar a correnteza te levar e te trazer pro mesmo ponto. Se não achar ruim da água gelada, a experiência é muito legal.

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Cachoeira e Poço Encantado 

Acho que de todos os lugares, foi o que menos gostamos. Trata-se de um poço fundo que alimenta a cachoeira e suas quedas. Lembra bastante as cachoeiras da Trilha do Sol de Capitólio. Sua água não é clara quanto os outros lugares que visitamos.

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Morro Vermelho

O pôr do sol nesse dia foi no Morro Vermelho. Para subir, é preciso seguir por uma trilha com uma parte de “escalada” com corda. Ainda assim, a vista lá de cima é incrível! Na volta, prepare-se para voltar pela trilha no escuro, se tiver uma lanterna ajuda muito!

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Do Morro Vermelho para Taquaruçu são 3h de viagem. Na estrada, vimos uma raposa e um tamanduá bandeira. 

Dormimos no Hostel da Ourique, o mesmo lugar do primeiro dia e no seguinte, pegamos a estrada para Palmas (leva uns 40 minutos de Taquaruçu para Palmas).


Presente pra quem é Seguidor do GPR

Lagoa do Japonês

Não faz parte do roteiro do Jalapão, pois fica em outra cidade. Mas definitivamente é um lugar que vale super a pena. Se por fora é linda, por de baixo da água é ainda mais incrível. Dá pra literalmente nadar com os peixes.   

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Os guias não costumam incluir a Lagoa do Japonês, por isso, espere por um lugar tranquilo com poucas pessoas. Gostamos tanto dela que para os seguidores do blog que fecharem com a Ourique, a lagoa estará incluída no roteiro. Lá é sensacional, vocês não vão se arrepender.

Para completar, um almoço com a Dona Minervina comida caseira, deliciosa. Com certeza, a melhor parte do Jalapão são as pessoas que fazem você se sentir em casa. É ótimo poder sentar a mesa com os donos da casa e ouvir suas histórias.


Company Ourique

Acho que a maior indicação que temos do Jalapão é a Ourique. Sem eles, nossa viagem não teria sido tão especial quanto foi. O Manu sempre tinha as melhores dicas de lugares, os melhores ângulos para as fotos (obrigada, obrigada, obrigada!) e a maior animação do Jalapão.

Fomos o grupo mais animado e invejado (acho até que odiado, 😄). Os que saiam primeiro e chegavam por último, mas que conheciam os melhores lugares ainda vazios. 😉 Os dias no Jalapão são intensos e enquanto algumas agências encurtam o roteiro com menos atrações e menos tempo nos lugares, nós chegavámos às vezes 11h da noite, mas conhecíamos todos.

Além disso, fechamos para um grupo exclusivo, éramos em 4 amigas e, por isso, tínhamos mais facilidade em mudar alguma coisa e não tínhamos problemas com horário. Escolhemos viajar também na data que queríamos (em outras agências, as datas são fechadas.)

O valor do serviço deles é R$ 2.100 à vista e inclui transfer do aeroporto para hotel e do hotel pro aeroporto, entrada para todas as atrações (sim, todas são pagas), hospedagem, café da manhã, almoço, jantar. Água e suco à vontade. Além é claro, do serviço de guia. Você só gasta mesmo se quiser comprar artesanato, sorvete ou refrigerante. Comentem que são seguidores do GPR e tentem um desconto, não custa nada e eles são muito legais!

Queríamos agradecer ao Manu e à Fafá por terem feito tudo ser tão perfeito, cuidado de todos os detalhes e nos proporcionado uma experiência tão incrível. E claro, à Pretona (beijo na Pretona 😘) que tornou nosso passeio muito mais confortável e tranquilo!

Por isso, mais do que qualquer indicação de lugar, indicamos a #CompanyOurique. Foi a melhor escolha que fizemos e não vemos a hora de conhecermos outros lugares com eles!

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DICAS IMPORTANTES:

  • No Jalapão, a maioria dos lugares não aceita cartão e também não tem caixa eletrônico, por isso, levem dinheiro daqui;
  • Não esqueçam de um squeeze para água, do protetor solar e do repelente para mosquitos (pelo amor de Deus);
  • Lá é muito quente e você passa a maior parte do tempo no carro, então usem roupas confortáveis.
  • Sempre que deixarem um local, estejam atentos se não esqueceram nada. Cada dia você dorme em uma cidade e fica muito difícil voltar pro mesmo lugar.
  • Desliguem o celular (o sinal de celular é raridade) e curtam a natureza, aproveitem esses dias para relaxarem.
  • Se quiserem comprar artesanato de Capim Dourado, visitem a loja do Seu Murrão (o nome pode parecer forte, mas ele é um amorzinho). Fica em Mateiros e é o lugar mais barato que vocês vão encontrar. Além disso, as peças são lindas!

Espero que tenham gostado, porque nós amamos e não vemos a hora de voltar!

Beijos,

Na e Gih